O relógio está marcando 21:00 horas, brigamos antes do anoitecer por mais um motivo banal e agora eu estou aqui sozinha escrevendo esse post frio, gélido e sem graça em plena quarta-feira. A noite chegou, na tentativa desesperada de nos fazer dormir para amanhã a luz dos primeiros raios de sol possam levar e apagar o que hoje foi dito com grande pesar por mim e por você. Incrível como você está sempre certa quando diz que quando brigamos eu não consigo apagar isso da memória e você está completamente certa eu realmente não consigo, tudo me faz lembrar você, tudo me remete a você e por mais que eu tente não pensar, ainda assim nós sabemos que nada vai mudar você é simplesmente a única que importa e que perpassa meus pensamentos, e hoje posso dizer-te que estou triste, porque discutimos, e essa minha dor de cabeça só passa quando converso com você e você diz aquelas lindas palavras “tá tudo bem amor, relaxa”, acho que a minha vontade de que chegue o outro dia e poder ouvir isso novamente não tem preço, porque te amo de uma maneira louca e inexplicável para descrever nas pobres linhas desse post. Mas se te interessar saber eu tenho medo de te perder, de perdemos tudo que temos (ou o pouco que temos), de perdemos nossa afinidade, essa ânsia insaciável de conversarmos compulsivamente sobre tudo e sobre nada, eu amo cada segundo que estou ao seu lado, e odeio cada milésimo de segundo que estou longe de ti.
veux-tu m'épouser, ma Belle?